Contacto: +(258) 21 414 189
Contacto

Coordenação para a Mulher no Desenvolvimento

Campanhas

Junte-se ao Movimento!

E vamos garantir uma sociedade mais justa e solidária, com igualdade de género, que respeita plenamente os Direitos Humanos das Mulheres

Saber mais

Publicações Recentes

Histórias de Sucesso

  • “O Fórum Mulher me ensinou a ser uma líder, eu me sinto uma líder”. Este é o sentimento de Catarina Gaspar, natural de Nampula e activista a mais de 10 anos.

    Catarina beneficiou de acções formativas, palestras e conferências organizadas pelo Fórum Mulher. A mulher de 43 anos entrou no activismo através da sua mãe, membra da associação AMR de Nampula, organização que também é membro do Fórum Mulher. As acções formativas do Fórum Mulher geraram mudanças que até hoje Catrina se lembra. (mais…)

  • Era uma vez uma joven chamada Mariamo, que era discriminada pelos colegas pela sua orientação social. Certo dia ela ela foi chamada pelo seu chefe que ele falou de uma oportunidade de continuar os seus estudos numa das melhores universidade de Londres, ela , gostou tanto tanto da ideia e descobriu afinal de contas que o seu chefe não tinha a mesma a opinião que os restantes colegas seus.

  • Sou Lucínia Aliji, sou natural de Inhambane. Eu não nasci deficiente; adquiri esta deficiência aos 3/4 anos; dizem que tive paralisia infantil. Como toda a criança, eu fui à escola, mas no caminho para a minha escola,eu devia passar por casa de uma moça que «gozava» muito comigo. Ela imitava a forma deficiente de eu andar. Isto desanimava-me muito, e quase que desisti de ir à escola.  Para conseguir  ir à escola, tinha de estar acompanhada. Devia ter sempre uma protecção e a minha família apoiou- me muito nisso.Fui para a faculdade e as pessoas  perguntavam-me porque é que eu estudava, se eu não servia para a sociedade, por ser deficiente. (mais…)

  • Justina Wiriamo, camponesa de 43 anos, casada e mãe de cinco filhos, é residente no posto administrativo de Malema, distrito de Mutuali, bairro Namipua, actualmente zona afectada pelo projecto de produção de soja da empresa Agromoz. Justina nasceu numa família camponesa e aos seis anos começou seu contacto com a terra graças aos ensinamentos da sua mãe, também camponesa. Para Justina a terra é mais que um direito mas sim  uma vida, “a terra é minha vida porque sem a terra e a água eu não estaria viva. Olho como minha vida porque tudo o que me eu preciso para viver provem da terra, ela faz me faz ser alguém”, explica. (mais…)

Parceiros