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Coordenação para a Mulher no Desenvolvimento

  • Assembleia Geral


    Decorreu no dia 18 de dezembro a Assembleia geral do Fórum Mulher. Este encontro decorreu em sistema Híbrido (virtual e presencial). Está actividade visa a apresentação dos relatórios anuais aos membros do Fórum Mulher. #assembleiaGeral #ForumMulher
  • No âmbito de encerramento dos 16 dias de activismo


    Decorreu ontem, dia 12 de Dezembro, a entrega de 480 Kits a mulheres deslocadas que se encontram no Centro de acolhimento, no distrito de Balama, província de Cabo Delgado. Está actividade è realizada no âmbito de encerramento dos 16 dias de activismo. #forummulher #pinteomundodelaranja #mulherespazesegurança #dias de activismo
  • No âmbito da campanha dos 16 dias de activismo


    Decorre no dia 09 de Dezembro de 2021 a conferência de solidariedade com as mulheres e raparigas deslocadas de Cabo Delgado,
  • Encontro entre o Fórum Mulher e as mulheres parlamentares no âmbito da parceria com a Fundação Friedrich Ebert Stiftung Moçambique.


    Decorre no dia 07 de Dezembro de 2021 o encontro entre o Fórum Mulher e as mulheres parlamentares no âmbito da parceria com a Fundação Friedrich Ebert Stiftung Moçambique. Neste encontro foram abordados muitos temas relacionados a mulheres especialmente sobre os direitos das mulheres, participação Políticas e paz e segurança. […] Ler mais →
  • Campanha dos 16 dias de activismo pelo fim da violência contra as mulheres e raparigas.


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  • Ganhei a minha liberdade, por mais de 30 anos fui prisioneira na minha própria casa, no meu próprio corpo. Minha vida, foi roubada por uma norma social, por uma cultura, por uma tradição

  • Sou Vitória da Conceição Carlos Segundo, tenho 28 anos e sou mãe solteira. Fundei uma organização de mulheres empreendedoras em Nampula por causa daquilo que eu estava a viver. Sofri todo o tipo de violência, sexual e doméstica. (mais…)

  • Justina Wiriamo, camponesa de 43 anos, casada e mãe de cinco filhos, é residente no posto administrativo de Malema, distrito de Mutuali, bairro Namipua, actualmente zona afectada pelo projecto de produção de soja da empresa Agromoz. Justina nasceu numa família camponesa e aos seis anos começou seu contacto com a terra graças aos ensinamentos da sua mãe, também camponesa. Para Justina a terra é mais que um direito mas sim  uma vida, “a terra é minha vida porque sem a terra e a água eu não estaria viva. Olho como minha vida porque tudo o que me eu preciso para viver provem da terra, ela faz me faz ser alguém”, explica. (mais…)

  • Sou uma mulher jovem, de uma família praticante do islamismo. Estudei na universidade de Oxford, fiz física nuclear. Tive um convite da minha universidade para dar aulas e ser pesquisadora do instituto de física nuclear. Quando me formei, voltei para casa com essa noticia. A minha família gostou de saber que me formei com destaque mas não me permitiram regressar a Oxford para continuar o meu sonho. Afinal, eu já estava prometida para casamento com um jovem de uma família de comerciantes, do Paquistão, que recebeu a minha foto a 2 anos atraz e acertou o casamento com a minha família.

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