Contacto: +(258) 21 414 189
Contacto

Coordenação para a Mulher no Desenvolvimento

  • O país regista mais de 120 mil casos de violência doméstica


    Fonte: http://opais.sapo.mz/o-pais-regista-mais-de-120-mil-casos-de-violencia-domestica Por: Selma Inocência Volvidos cerca de oito anos da aprovação da lei 26/2009, de 29 de Setembro, a Lei contra a Violência Doméstica, persiste a falta de conhecimento do dispositivo legal nas zonas urbanas e, sobretudo, nas zonas rurais, onde não abundam instituições de justiça. Se por um […] Ler mais →
  • Fórum Mulher participa da VI Conferencia Nacional sobre Mulher e Género


        Sob o lema “O papel da Mulher rural rumo a igualdade de género e desenvolvimento sustentável”, várias pessoas das instituições publicas, sociedade civil, parceiros e membros da rede do Fórum Mulher participam desde ontem, no Centro de Conferencias Joaquim Chissano, em Maputo, da VI Conferencia Nacional sobre Mulher […] Ler mais →
  • “Reiteramos a rejeição ao ProSAVANA e ao MATOPIBA e defendemos a soberania alimentar dos povos”


     DECLARAÇÃO DE TOQUIO Nós, movimentos camponeses e organizações da sociedade civil de Moçambique, Brasil e Japão, reunimo-nos de 20 a 22 de Novembro de 2018, no âmbito da quarta Conferência Triangular dos Povos contra o ProSAVANA, realizada na cidade Japonesa de Tóquio.
  • Deputados argentinos aprovam legalização do aborto:projecto vai para o Senado


    texto de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/deputados-argentinos-aprovam-legalizacao-do-aborto-projeto-vai-para-o-senado.ghtml O projecto de lei permite o aborto livre até a 14ª semana de gestação. Actualmente, aborto é permitido apenas em caso de estupro ou risco para a vida da mulher. A Câmara de Deputados da Argentina aprovou na passada quinta-feira (14) um projeto de lei que prevê a legalização do […] Ler mais →
  • “25 Anos inspirando mulheres e raparigas para um mundo melhor”


    O Fórum Mulher coordenação para a mulher no desenvolvimento lançou na passada sexta-feira, 5 de Maio, a campanha das comemorações dos 25 anos do Fórum Mulher. A campanha foi lançada durante a Assembleia Geral dos Membros, um evento anual,  que decorreu no hote Cardoso, em Maputo. A Assembleia é um […] Ler mais →

Campanhas

Junte-se ao Movimento!

E vamos garantir uma sociedade mais justa e solidária, com igualdade de género, que respeita plenamente os Direitos Humanos das Mulheres

Saber mais

Publicações Recentes

Histórias de Sucesso

  • Era uma vez uma joven chamada Mariamo, que era discriminada pelos colegas pela sua orientação social. Certo dia ela ela foi chamada pelo seu chefe que ele falou de uma oportunidade de continuar os seus estudos numa das melhores universidade de Londres, ela , gostou tanto tanto da ideia e descobriu afinal de contas que o seu chefe não tinha a mesma a opinião que os restantes colegas seus.

  • Albertina Artur Luís é uma das beneficiárias das capacitações do Fórum Mulher no distrito de Mocuba, província da Zambézia. As formações pelas quais Albertina passou geraram grandes mudanças na sua vida e hoje considera-se uma mulher empoderada. “Estas formações ajudaram- me a ser emancipada, senti-me empoderada porque, para mim, empoderamento não é dar dinheiro.  O conhecimento é o principal poder que o ser humano devia possuir; melhorei a capacidade da minha gestão humana; percebi que estava sob uma grave situação de violência, então decidi separar-me para conseguir continuar a viver, ter saúde, vida e estudar e, graças a Deus consegui licenciar-me me Administração Pública e ter dois pedaços de terra”, explica. (mais…)

  • “Eu me sinto empoderada”. Este é a certeza o que caracteriza Aruquia Paulino depois de passar pelas capacitações e formações levadas a cabo pelo FM. Aruquia é uma rapariga que encontrou no FM a oportunidade de ajudar as raparigas da sua comunidade e fazer diferença na província de Nampula, sua província. (mais…)

  • Justina Wiriamo, camponesa de 43 anos, casada e mãe de cinco filhos, é residente no posto administrativo de Malema, distrito de Mutuali, bairro Namipua, actualmente zona afectada pelo projecto de produção de soja da empresa Agromoz. Justina nasceu numa família camponesa e aos seis anos começou seu contacto com a terra graças aos ensinamentos da sua mãe, também camponesa. Para Justina a terra é mais que um direito mas sim  uma vida, “a terra é minha vida porque sem a terra e a água eu não estaria viva. Olho como minha vida porque tudo o que me eu preciso para viver provem da terra, ela faz me faz ser alguém”, explica. (mais…)

Parceiros