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Coordenação para a Mulher no Desenvolvimento

  • O país regista mais de 120 mil casos de violência doméstica


    Fonte: http://opais.sapo.mz/o-pais-regista-mais-de-120-mil-casos-de-violencia-domestica Por: Selma Inocência Volvidos cerca de oito anos da aprovação da lei 26/2009, de 29 de Setembro, a Lei contra a Violência Doméstica, persiste a falta de conhecimento do dispositivo legal nas zonas urbanas e, sobretudo, nas zonas rurais, onde não abundam instituições de justiça. Se por um […] Ler mais →
  • Fórum Mulher participa da VI Conferencia Nacional sobre Mulher e Género


        Sob o lema “O papel da Mulher rural rumo a igualdade de género e desenvolvimento sustentável”, várias pessoas das instituições publicas, sociedade civil, parceiros e membros da rede do Fórum Mulher participam desde ontem, no Centro de Conferencias Joaquim Chissano, em Maputo, da VI Conferencia Nacional sobre Mulher […] Ler mais →
  • “Reiteramos a rejeição ao ProSAVANA e ao MATOPIBA e defendemos a soberania alimentar dos povos”


     DECLARAÇÃO DE TOQUIO Nós, movimentos camponeses e organizações da sociedade civil de Moçambique, Brasil e Japão, reunimo-nos de 20 a 22 de Novembro de 2018, no âmbito da quarta Conferência Triangular dos Povos contra o ProSAVANA, realizada na cidade Japonesa de Tóquio.
  • Deputados argentinos aprovam legalização do aborto:projecto vai para o Senado


    texto de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/deputados-argentinos-aprovam-legalizacao-do-aborto-projeto-vai-para-o-senado.ghtml O projecto de lei permite o aborto livre até a 14ª semana de gestação. Actualmente, aborto é permitido apenas em caso de estupro ou risco para a vida da mulher. A Câmara de Deputados da Argentina aprovou na passada quinta-feira (14) um projeto de lei que prevê a legalização do […] Ler mais →
  • “25 Anos inspirando mulheres e raparigas para um mundo melhor”


    O Fórum Mulher coordenação para a mulher no desenvolvimento lançou na passada sexta-feira, 5 de Maio, a campanha das comemorações dos 25 anos do Fórum Mulher. A campanha foi lançada durante a Assembleia Geral dos Membros, um evento anual,  que decorreu no hote Cardoso, em Maputo. A Assembleia é um […] Ler mais →

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Histórias de Sucesso

  • Justina Wiriamo, camponesa de 43 anos, casada e mãe de cinco filhos, é residente no posto administrativo de Malema, distrito de Mutuali, bairro Namipua, actualmente zona afectada pelo projecto de produção de soja da empresa Agromoz. Justina nasceu numa família camponesa e aos seis anos começou seu contacto com a terra graças aos ensinamentos da sua mãe, também camponesa. Para Justina a terra é mais que um direito mas sim  uma vida, “a terra é minha vida porque sem a terra e a água eu não estaria viva. Olho como minha vida porque tudo o que me eu preciso para viver provem da terra, ela faz me faz ser alguém”, explica. (mais…)

  • Albertina Artur Luís é uma das beneficiárias das capacitações do Fórum Mulher no distrito de Mocuba, província da Zambézia. As formações pelas quais Albertina passou geraram grandes mudanças na sua vida e hoje considera-se uma mulher empoderada. “Estas formações ajudaram- me a ser emancipada, senti-me empoderada porque, para mim, empoderamento não é dar dinheiro.  O conhecimento é o principal poder que o ser humano devia possuir; melhorei a capacidade da minha gestão humana; percebi que estava sob uma grave situação de violência, então decidi separar-me para conseguir continuar a viver, ter saúde, vida e estudar e, graças a Deus consegui licenciar-me me Administração Pública e ter dois pedaços de terra”, explica. (mais…)

  • “Eu me sinto empoderada”. Este é a certeza o que caracteriza Aruquia Paulino depois de passar pelas capacitações e formações levadas a cabo pelo FM. Aruquia é uma rapariga que encontrou no FM a oportunidade de ajudar as raparigas da sua comunidade e fazer diferença na província de Nampula, sua província. (mais…)

  • Sou Lucínia Aliji, sou natural de Inhambane. Eu não nasci deficiente; adquiri esta deficiência aos 3/4 anos; dizem que tive paralisia infantil. Como toda a criança, eu fui à escola, mas no caminho para a minha escola,eu devia passar por casa de uma moça que «gozava» muito comigo. Ela imitava a forma deficiente de eu andar. Isto desanimava-me muito, e quase que desisti de ir à escola.  Para conseguir  ir à escola, tinha de estar acompanhada. Devia ter sempre uma protecção e a minha família apoiou- me muito nisso.Fui para a faculdade e as pessoas  perguntavam-me porque é que eu estudava, se eu não servia para a sociedade, por ser deficiente. (mais…)

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