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Coordenação para a Mulher no Desenvolvimento

  • Fórum Mulher participa da VI Conferencia Nacional sobre Mulher e Género


        Sob o lema “O papel da Mulher rural rumo a igualdade de género e desenvolvimento sustentável”, várias pessoas das instituições publicas, sociedade civil, parceiros e membros da rede do Fórum Mulher participam desde ontem, no Centro de Conferencias Joaquim Chissano, em Maputo, da VI Conferencia Nacional sobre Mulher […] Ler mais →
  • “Reiteramos a rejeição ao ProSAVANA e ao MATOPIBA e defendemos a soberania alimentar dos povos”


     DECLARAÇÃO DE TOQUIO Nós, movimentos camponeses e organizações da sociedade civil de Moçambique, Brasil e Japão, reunimo-nos de 20 a 22 de Novembro de 2018, no âmbito da quarta Conferência Triangular dos Povos contra o ProSAVANA, realizada na cidade Japonesa de Tóquio.
  • Deputados argentinos aprovam legalização do aborto:projecto vai para o Senado


    texto de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/deputados-argentinos-aprovam-legalizacao-do-aborto-projeto-vai-para-o-senado.ghtml O projecto de lei permite o aborto livre até a 14ª semana de gestação. Actualmente, aborto é permitido apenas em caso de estupro ou risco para a vida da mulher. A Câmara de Deputados da Argentina aprovou na passada quinta-feira (14) um projeto de lei que prevê a legalização do […] Ler mais →
  • “25 Anos inspirando mulheres e raparigas para um mundo melhor”


    O Fórum Mulher coordenação para a mulher no desenvolvimento lançou na passada sexta-feira, 5 de Maio, a campanha das comemorações dos 25 anos do Fórum Mulher. A campanha foi lançada durante a Assembleia Geral dos Membros, um evento anual,  que decorreu no hote Cardoso, em Maputo. A Assembleia é um […] Ler mais →
  • FÓRUM MULHER PROMOVE ENCONTRO DE HARMONIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES AO PROJECTO DE REVISÃO DA LEI DE SUCESSÕES E DA LEI DA FAMÍLIA


    Iniciou na manhã de ontem , 15 de Abril, em Bilene, província de Gaza, o encontro Nacional de Harmonização das Contribuições da Sociedade Civil sobre o Projecto de Revisão da lei de Sucessões e da lei da Família. O retiro que termina na tarde de hoje, 16 de Abril,  junta […] Ler mais →

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Histórias de Sucesso

  • Albertina Artur Luís é uma das beneficiárias das capacitações do Fórum Mulher no distrito de Mocuba, província da Zambézia. As formações pelas quais Albertina passou geraram grandes mudanças na sua vida e hoje considera-se uma mulher empoderada. “Estas formações ajudaram- me a ser emancipada, senti-me empoderada porque, para mim, empoderamento não é dar dinheiro.  O conhecimento é o principal poder que o ser humano devia possuir; melhorei a capacidade da minha gestão humana; percebi que estava sob uma grave situação de violência, então decidi separar-me para conseguir continuar a viver, ter saúde, vida e estudar e, graças a Deus consegui licenciar-me me Administração Pública e ter dois pedaços de terra”, explica. (mais…)

  • Ganhei a minha liberdade, por mais de 30 anos fui prisioneira na minha própria casa, no meu próprio corpo. Minha vida, foi roubada por uma norma social, por uma cultura, por uma tradição

  • Justina Wiriamo, camponesa de 43 anos, casada e mãe de cinco filhos, é residente no posto administrativo de Malema, distrito de Mutuali, bairro Namipua, actualmente zona afectada pelo projecto de produção de soja da empresa Agromoz. Justina nasceu numa família camponesa e aos seis anos começou seu contacto com a terra graças aos ensinamentos da sua mãe, também camponesa. Para Justina a terra é mais que um direito mas sim  uma vida, “a terra é minha vida porque sem a terra e a água eu não estaria viva. Olho como minha vida porque tudo o que me eu preciso para viver provem da terra, ela faz me faz ser alguém”, explica. (mais…)

  • Sou Lucínia Aliji, sou natural de Inhambane. Eu não nasci deficiente; adquiri esta deficiência aos 3/4 anos; dizem que tive paralisia infantil. Como toda a criança, eu fui à escola, mas no caminho para a minha escola,eu devia passar por casa de uma moça que «gozava» muito comigo. Ela imitava a forma deficiente de eu andar. Isto desanimava-me muito, e quase que desisti de ir à escola.  Para conseguir  ir à escola, tinha de estar acompanhada. Devia ter sempre uma protecção e a minha família apoiou- me muito nisso.Fui para a faculdade e as pessoas  perguntavam-me porque é que eu estudava, se eu não servia para a sociedade, por ser deficiente. (mais…)

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